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Mostrando postagens com o rótulo Bolsonaro

Um Presidente acuado (e irreconhecível)

“Entre a desonra e a guerra, eles escolheram a desonra, e terão a guerra.” ( Winston Churchill) Totalmente inacreditável a sanção do Presidente Bolsonaro ao artigo do pacote anticrime que prevê a criação esdrúxula do tal "juiz de garantia", mesmo depois de ter sido alertado pelo seu ministro e conhecedor de causa, o ex-juiz Sérgio Moro. Incrível que tantos brasileiros apareceram para defender o indefensável numa demonstração cabal de lealdade exagerada ao presidente que errou. Esses bajuladores fazem muito mal ao presidente e ao país também. Bolsonaro é um homem bom, tem caráter e virtudes que o fizeram chegar ao posto mais importante da nação. No entanto, nesse primeiro ano, que deve ser o mais difícil do mandato foi engolido pelo  establishment . O seu receio de enfrentar um sistema caquético cristalizado no triunvirato Maia, Alcolumbre e Toffoli pôde ser observado em muitas situações. Falas comedidas e acovardadas em relação aos abusos dos demais poderes, sobretudo o f...

Desvio de rota

Rompemos os primeiros cem dias do governo Bolsonaro. Apesar de importantes vitórias como o fim da era do presidencialismo de coalizão e algumas ações exitosas de ministérios como o das relações exteriores e dos direitos humanos, a expectativa após a derrocada do PT era muito maior. O projeto cristão-conservador que elegeu Bolsonaro está sendo tragado pela agenda liberal da economia e pelo pragmatismo conciliador dos militares. A reforma da previdência que nunca foi relevante para o eleitor de Bolsonaro, se tornou a mola mestra do novo governo. Ganhamos a eleição, mas o sentimento é de derrota. Os melhores e maiores esforços do novo governo se concentram numa agenda economicista baseada na reforma da previdência. Em nome da tal governabilidade, afagos quase diários são direcionados a Rodrigo Maia, um conhecido adversário da “nova política” e da agenda conservadora. Para piorar ainda mais o quadro, o Advogado Geral da União emitiu, no início da semana, um parecer favorável ao inquérito t...

Mais Bolsonaro, menos Guedes

Quem me conhece ou já leu alguns artigos meus em meu pequeno blog, sabe o quanto me empenhei na campanha de Bolsonaro, o quanto dei de mim e de minhas capacidades para ajudar a eleger um candidato que julguei e ainda julgo ser o melhor para o país. Passado um ano da eleição, posso dizer que o meu Presidente tem me decepcionado em muitos aspectos. O principal motivo, mas não único, foi a atitude conciliadora com o  establishment , representado principalmente nas pessoas de Rodrigo Maia, David Alcolumbre e Dias Toffoli. Não elegemos um  gentleman , mas um ex-capitão do exército talhado por sete mandatos de deputado federal que não pode se contentar apenas em comer pelas beiradas. É excelente que os índices de criminalidade tenham caído, e que não haja casos de corrupção no governo, mas queremos mais enfrentamento. Como não se escandalizar com atitude de lesa-pátria do STF ao decretar o fim da prisão para os criminosos endinheirados e poderosos deste país? E no entanto, nosso Pre...

Querem levar no tapetão

Jair Bolsonaro teve mais de 57 milhões de votos nas urnas eletrônicas não auditáveis. Fosse uma votação verificável, acredito que facilmente ultrapassaria os 70 milhões. O sistema podre se mobilizou como pôde para evitar que o Capitão vencesse, mas nem um tentativa de assassinato executada por um militante de esquerda foi capaz de impedi-lo. O establishment não aceitou o resultado das urnas e agora tenta sabotar o governo Bolsonaro. Rodrigo Maia, centrão fisiologista, STF, PT e satélites, e extrema-imprensa são todos faces de uma mesma moeda: são opositores da proposta conservadora e/ou da nova política vencedora nas urnas. Querem levar no tapetão. Apostam na imobilização do governo e agem o tempo  todo    para que isso ocorra, enquanto vendem a imagem que o governo não consegue articular. Estão armando uma arapuca para Bolsonaro. Sonham com o impeachment . O presidente precisa partir para o enfrentamento. Ele não pertence a essa imundície que está aí há mui...

"Tá na hora do pau"

O governo Bolsonaro está em perigo. E as raízes desse perigo estão nas apostas conciliadoras que fez ainda antes da posse.  O Capitão com sete mandatos de deputado, mais de 30 anos de política,  ingenuamente subestimou o poderio do sistema. Quando aceitou passivamente a atitude deselegante de ministros do STF que lhe mostraram repetidamente a Constituição Federal, e quando abriu mão de apoiar um candidato mais leal na Câmara  e passou a afagar Rodrigo Maia, em nome da tal governabilidade  (que nunca veio) e da onipresente reforma da previdência, acabou lançando as bases do fracasso do próprio Governo.  A aposta em militares de alta patente sem nenhum apreço ao conservadorismo foi uma traição ao projeto vencedor nas urnas. A presença no Governo Bolsonaro, até o presente momento, de tipos como o General Santos Cruz configura um verdadeiro estelionato eleitoral.  Bolsonaro não foi eleito com a bandeirinha “paz e amor”, mas da guerra ao  establishment . Se...

O establishment contra-ataca

“EUA e Brasil estão irmanados na fé em Deus, contra a ideologia de gênero, o politicamente correto e as fakes news. Queremos uma América grande e um Brasil grande também”.   (Presidente Jair Bolsonaro, Washington DC, 19/03/2019) Em janeiro deste ano no artigo http://blogdoperim.blogspot.com/2019/01/a-batalha-esta-so-comecando.html escrevi que a eleição do presidente Jair Bolsonaro foi um importante ponto de inflexão na trajetória político-cultural do Brasil, mas que isto era apenas o início. O processo de restauração da nação brasileira será longo e difícil. A vitória de Bolsonaro jogou o establishment nas cordas, mas este rapidamente se reorganizou para minimizar suas perdas. Na verdade, o poder formal de um presidente da república no Brasil, ainda que seja considerável, é pequeno em face do aparato descomunal de um sistema viciado por décadas de velha política, estruturado na falta de transparência, corrupção e autopreservação. É como se Bolsonaro fosse um vírus poderoso p...

A batalha está só começando

Antes um aviso: se você é daqueles que torcem para que o país dê errado nos próximos anos simplesmente porque não gosta de Jair Bolsonaro, poupe seu tempo e não leia esse artigo, mas se mesmo não simpatizando com nosso presidente você ama seu país, reza e trabalha para que ele seja um lugar melhor, boa leitura. Não haverá lua de mel. É normal em democracias que a mídia pegue leve nos primeiros meses ou cem dias de um governo recém empossado para que o mesmo usufrua da popularidade vinda das urnas para implementar reformas ou ajustes necessários ao país. No entanto para governos conservadores que contrariam a agenda politicamente correta e esquerdopata do  establishment  essa premissa não se aplica. Até hoje Donald Trump enfrenta um segundo turno contra o conglomerado midiático americano, viúva dos Democratas. Não há um dia que não falem na tal interferência russa nas eleições, que nunca se comprovou, apenas para criar uma agenda negativa para ofuscar todo o trabalho d...

O Raio-X de um possível golpe anunciado?

“Quem vota e como vota não conta nada; quem conta os votos é que realmente importa.” (frase atribuída à Joseph Stalin) Meus amigos, estamos a apenas quatro dias das eleições mais importantes da nossa história. O  establishment  sabe jogar pesado e não irá entregar o poder assim tão facilmente, principalmente depois de terem sofrido dois golpes duríssimos recentemente: a eleição de Trump e o  Brexit . Em 2016, Trump concorria à presidência do país mais poderoso do mundo, e era o candidato do povo, do cidadão americano comum, ao mesmo tempo em que era combatido pela mídia  mainstream e pela elite globalista. Do seu lado estavam a Fox News, emissoras de rádio locais e a imensa maioria do público das redes sociais, cuja mobilização foi decisiva para combater as  “Fake News”  da grande imprensa e que acabou contribuindo para elegê-lo naquele ano. Todos que viam os comícios de Trump abarrotados de gente feliz e motivada, sabiam que havia algo de muito errado nes...

Não votarei em Bolsonaro!

É com tristeza que informo a todos amigos e conhecidos que de hoje em diante estou retirando o meu apoio à candidatura do deputado federal Jair Messias Bolsonaro à presidência da república devido a incompatibilidade de visão de mundo. Diante das repetidas manifestações públicas de Bolsonaro a favor de políticas de controle de natalidade e contracepção sobretudo para a população mais pobre, sua candidatura se tornou inviável para mim por não se coadunar com a ideia de paternidade responsável e abertura à vida que a Igreja nos ensina. Procurarei entre os candidatos aquele que mais se alinha a minha visão de mundo que é a católica conservadora. Sem mais. Errata: acabei votando e fazendo campanha para Bolsonaro porque enxerguei nele a melhor opção que tínhamos, sua plataforma inspirada em valores conservadores me atraiu. Isso não quer dizer, de forma alguma, que recuei em minhas sérias críticas ao seu ridículo e despropositado projeto de lei anti-natalista quando ainda era deputad...

Raquel Dodge e a perseguição implacável a Jair Bolsonaro

Como eu já havia previsto em meu artigo anterior  http://lucianoperim75.blogspot.com.br/2018/01/2018-uma-encruzilhada-para-o-brasil.html , o ano de 2018 está sendo muito difícil para o candidato Jair Bolsonaro do PSL. Quanto mais a eleição se aproxima, mais a candidatura de Bolsonaro se consolida e mais ele é atacado e perseguido. Já não há mais disfarce ou pudor, principalmente após a retirada de Lula do jogo eleitoral. O  establishment  esquerdista inconformado com a retirada do seu principal  player quer agora mais do que antes sacrificar a candidatura de Bolsonaro para manter tudo como sempre esteve. Mesmo que você não tenha a menor simpatia por Bolsonaro, e muitos não têm, é preciso reconhecer que ele tem sido vítima de uma perseguição abjeta e absurda por parte da mídia, MPF e judiciário em geral. Tem se tentado retirá-lo do jogo das formas mais espúrias e desavergonhadas, ou pelo menos minar a sua candidatura para que não tenha força para chegar ao s...

2018, uma encruzilhada para o Brasil

2018 está começando sob os auspícios da “Lava-Jato” que levará Lula ao julgamento em 2ª instância no TRF-4 no próximo dia 24/01. É muito emblemático que um ex-presidente da república esteja tão perto de ser trancafiado por conta de seus crimes, na verdade por uma ínfima parte deles. É fato que não temos motivos para nos orgulhar dos últimos ocupantes do Planalto. Tivemos Collor, uma figura esquisita elevada a categoria de presidente pela Rede Globo e que sofreu impeachment. Dilma uma ex-guerrilheira totalmente inepta que conseguiu se eleger não uma, mas duas vezes (pasmem vocês!), sendo a última de maneira bem suspeita. Também sofreu impeachment. FHC, um legítimo "esquerda caviar" pertencente à elite globalista que nos últimos tempos virou um apologista da maconha e defensor de Lula. E Temer. Temer foi vice de Dilma nos dois mandatos e isso já diz muito sobre sua pessoa. Esses presidentes nos governaram no período pós-1984 que os historiadores chamam de redemocratiza...