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A marca da Besta e o passaporte vacinal

 "Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte, e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome.” (Apocalipse 13, 16-17)

À medida que o tempo passa vaí ficando cada vez mais verossímil a possibilidade de que o coronavírus, Sars-Cov-2, tenha tido mesmo origem artificial no laboratório de Wuhan, e a hipótese de origem natural, que já era pouco crível vai ganhando cada vez mais ares de fantasia e de pura desinformação.

Ora, quem “criou” um vírus uma vez, em tese, poderia repetir a dose e fazer com que surgissem as condições para o aparecimento de não uma, mas de muitas outras pandemias ao longo do tempo, sendo que estas poderiam muito bem ser instrumentalizadas para o controle (entenda-se escravidão) da humanidade.

A adoção de medidas restritivas draconianas e absurdas, num contexto como este, seria o golpe final que poderia levar ao colapso toda a estrutura mundial atual, para o surgimento a partir desta terra arrasada de um novo mundo muito mais controlado.

Infelizmente, o homem atual desacostumou-se a pensar, e trocou a sua inteligência por uma obediência cega e absoluta aos ditames midiáticos e políticos da hora, ainda que irracionais, antinaturais e desproporcionais. A obediência que é uma virtude vem sido manipulada pelos poderosos, que se utilizam de malícia para deturpar o seu verdadeiro sentido.  Chegou-se mesmo ao absurdo de criminalizar o trabalho do cidadão que por vezes se vê punido e humilhado por exercer um direito natural que é o de correr atrás do seu sustento.

Como que saturado de tanta informação, o homem dos nossos dias vai sendo guiado como que à cassetadas, e sem perceber, para um abismo terrível. Iludido pelo cientificismo dominante da época e também por uma overdose de ocupações e entretenimento, silenciou completamente os apelos da própria alma e o próprio discernimento. Infelizmente, esse tipo de atitude não se reduz apenas aos simples e iletrados, mas tornou-se comum, senão dominante, em médicos, políticos e juízes da mais alta esferas que reproduzem diuturnamente os ditames da Nova Ordem Mundial com um vergonhoso servilismo.

A prova cabal disso que acabei de relatar foi a aprovação unânime, por 72 votos a zero do famigerado PL 1674/2021 que tentará instituir o certificado de imunização no Brasil. Esse PL reproduz possíveis anseios de certa oligarquia globalista anticristã que deseja o controle absoluto sobre as nossas vidas. A pretexto de combate a pandemia, ou pandemias, todos serão obrigados a manter um rígido controle vacinal e de testes, e quem não se enquadrar será reduzido a uma sub-cidadania com direitos limitados, chegando mesmo a clandestinidade, como os cristãos perseguidos nos países comunistas, ou mesmo os judeus na Alemanha nazista. Esse horror, essa injusta segregação, esse verdadeiro crime de lesa-humanidade que é o injustíssimo passaporte vacinal foi aprovado por unanimidade pelo nosso Senado Federal, em que pese o fato de estarmos ainda diante de vacinas experimentais que causaram mortes e graves efeitos colaterais em todo o mundo, embora estes  dados sejam inteiramente minimizados ou desprezados pela mídia, que ao agir assim parece estar alinhada aos interesses da Big Pharma.

Os tempos são maus. A apostasia corre solta no mundo, a razão (inteligência) humana talvez esteja no seu nível mais baixo desde que o Cristianismo triunfou no mundo, a moral está em grande parte degradada e para piorar ainda mais o nosso quadro, soma-se a tudo isso o fato de que nunca antes na história da humanidade o homem teve tanta técnica e domínio sobre a natureza como agora, a ponto de conseguir manipular de maneira inescrupulosa os próprios embriões humanos, e no nosso caso em questão, usar partes de fetos abortados na produção/testes de vacinas, o que é um horror indesculpável.

O terreno parece estar propício para o aparecimento do ímpio, aquele que se levanta contra Deus e tudo o que é sagrado (cf. 2 Tessalonicences 2, 4.), em outras palavras, o próprio Anticristo. Se não podemos afirmar que este é o tempo do seu aparecimento, tampouco podemos descartar completamente essa possibilidade. Sabemos que “algo” o detém, conforme nos diz a Sagrada Escritura em II Tessalonicences 2, 6.  

O método de domínio  usado pelo Anticristo, seria praticamente  imperceptível, podendo vir disfarçado de algo que se alardearia como imprescindível para o nosso “bem”, que poderia nos trazer aparentemente mais bem-estar, saúde e segurança. Sem descartar o sentido espiritual e profundo que santos e doutores da Igreja, no passado, interpretaram da marca da besta, e também sem contradizê-los, não poderíamos enxergar no passaporte vacinal digital do nosso tempo com sua ação segregacionista, uma espécie de cristalização no mundo para esse tipo de controle semelhante ao da Besta, descrito em Apocalipse 13, onde só iriam comer, comprar, viajar quem se sujeitasse a ela? Sem dúvida, que isso é algo inquietante e perturbador.

Leiamos agora com atenção o parágrafo 675 do Catecismo da Igreja Católica:

“675. Antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes (639). A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra (640), porá a descoberto o «mistério da iniquidade», sob a forma duma impostura religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A suprema impostura religiosa é a do Anticristo, isto é, dum pseudo-messianismo em que o homem se glorifica a si mesmo, substituindo-se a Deus e ao Messias Encarnado (641).”

Seria exagero enxergar na atual idolatria das vacinas e no terrível controle sanitário que se quer impor ao mundo inteiro uma espécie de “salvação” meramente humana um exemplo de pseudo-messianismo de que fala o Catecismo? 

Estamos num momento decisivo da história. Redobremos a nossa confiança no Senhor Jesus, rezemos pelas nossas autoridades para que abandonem de vez esse absurdo de passaporte vacinal, além de toda e qualquer forma de tirania sanitarista como por exemplo a vacinação experimental obrigatória.

Não sabemos o que irá acontecer, mas Deus sabe, e só acontecerá o que Ele permitir, fato. Sejamos fortes, fiéis, corajosos e vigilantes. Que o Senhor Jesus tenha misericórdia de nós e nos ajude a vencer este tempo obscuro que estamos vivendo com muita Fé, oração, penitência e um coração profundamente convertido a Deus.  

Peçamos também ao Senhor Jesus que na sua Justiça e no seu poder ponha um limite em toda a maldade, injustiça e mentira que inundaram todo o mundo em nosso tempo, que as coisas possam ser postas no seu devido lugar e que venham logo os tempos de refrigério que coincidirão com o Triunfo do Imaculado Coração de Maria prometido pela nossa Mãe em Fátima.

Que Deus nos ajude com a sua graça e nos proteja!        


 


 

 

 

 

 

 

 





Comentários

  1. Vai achando que a marca da besta será algo tangível. Lembre-se que a marca da besta será colocada na MÃO OU NA TESTA (Ap 13:16)
    Deus também marcará seus fieis somente NA FRONTE (Ap 9:4)

    Um tem uma marca o outro tem um selo. Estudo o significado de um selo e verás muito mais.

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    Respostas
    1. Olá. A marca tangível poderia ser a conclusão de um processo de domínio da vontades e do intelecto. Uma coisa não necessariamente exclui a outra.

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