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Um mundo enlouquecido. A frieza sem limites dos “vacinalovers”

Eu até tento não escrever mais nada sobre vacinas, covid, passaporte vacinal e etc. Eu tento, mas não consigo, porque as notícias que estão chegando até mim são cada vez piores. 

Soube através da minha comadre que está grávida mais uma vez, que só vacinados poderão ser internados no hospital para o parto, isso lá no estado do Rio. Imaginaram o nível de tortura a que chegamos? E mais, o seu médico em cada consulta do pré-natal, fica tentando enfiar na cabeça dela para tomar essas vacinas experimentais, mesmo ela estando grávida!!! Minha gente, o que que está acontecendo? O mundo enlouqueceu? Quando minha mulher engravidou, a sua ginecologista proibiu até Coca-Cola! Estão percebendo o nível que a coisa tomou? A falta de noção e crueldade não estão apenas em cruzeiros atracados em ilhotas onde se proibiram não-vacinados de embarcar, mesmo diante de um vulcão que havia entrado em erupção, ela chegou aqui e veio à jato, infelizmente.

Tais discriminações injustas são verdadeiras monstruosidades morais, que se ainda não estiverem claramente explicitados em leis ou códigos, precisam sê-los urgentemente, ninguém pode ser obrigado a se vacinar com um produto experimental, feito às pressas. Ninguém pode ser impedido de usar serviços básicos de saúde por este mesmo motivo, nem de embarcar em navios quando suas vidas correrem risco.

Isso nunca foi ciência. Isso é na verdade, uma tirania que desrespeita completamente o direito, a dignidade e a liberdade das pessoas. Seus mentores e executores precisam ser freados urgentemente.  O exemplo de Moscou, onde os vacinados se sensibilizaram com a discriminação injusta dos não vacinados, que do dia para a noite se tornaram uma segunda classe de cidadãos sem direitos, foi tão forte e impactante que os comerciantes locais, ao sentirem no bolso o boicote em peso da população, apelaram ao prefeito moscovita que teve que voltar a trás em relação ao passaporte vacinal. O mundo inteiro precisa replicar esse exemplo de Moscou. Os vacinados que ainda tem sensibilidade precisam se posicionar contra a tirania sanitarista e defender os não-vacinados nessa questão urgente.

Criticar o nazismo pelo retrovisor é fácil, precisamos ter a decência e coragem de não endossar e repetir os seus erros em nosso tempo. Se condenamos os abusos contra o povo judeu no passado não podemos tolerar que absurdos desumanos como o aborto, a eugenia, e a eutanásia se tornem cada vez mais comuns e aceitos em nossos dias. A tirania sanitária, assim como o regime alemão no passado, se sustenta no tripé: medo, ignorância e propaganda. É preciso resistir. Ainda dá tempo! 

Que Deus nos fortaleça e encoraje!

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