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É imperativo que as Forças Armadas intervenham (o quanto antes) no processo eleitoral.

O Brasil está ao um passo do caos social, e tudo isso graças a imensa irresponsabilidade da senhora Procuradora da República Raquel Dodge que entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a implantação do voto impresso nessas eleições. (https://veja.abril.com.br/politica/raquel-dodge-entra-com-acao-no-stf-contra-voto-impresso-em-2018/)

A senhora procuradora de maneira muito infeliz, demonstrando má fé ou uma dificuldade cognitiva rara em pessoas do primeiro escalão da República alegou que a lei 13.165/2015 violava o sigilo do voto. Inacreditável!

Mais incrível ainda é que o STF tenha acolhido essa ADIN e pior, tenha votado pela derrubada do voto impresso pelo placar de 8 a 2, cuspindo na cara do povo brasileiro mais uma vez. PGR e STF lançaram o Brasil em um abismo e a época não faltou quem os avisasse desse risco.

As eleições estão logo ali e vivemos um clima de incerteza jamais visto antes em nossa recente democracia. Graças a Internet, o povo brasileiro acumulou muito conhecimento nesses últimos vinte anos e se tornou muito mais crítico que antes. O fetiche das nossas maravilhosas urnas eletrônicas acabou, apenas quem está dentro na bolha é que crê ainda nesse mito da urnas. Apenas hoje, dois ministros do STF vieram a público para dizer que nunca se encontraram fraudes em nossas urnas e que elas são muito confiáveis. Duas falácias.

Em toda eleição centenas de fraudes são denunciadas Brasil a fora, mas a imprensa finge não ver. Quanto à confiabilidade das urnas, isso é uma grande bobagem. Depois de apuração totalmente secreta, temos um resultado que não pode ser aferido e recontado, isso deslegitima desde sempre e totalmente esse processo eleitoral. O fato de termos engolido essa empulhação por 20 anos não é argumento para que continuemos a engolir apuração secreta e sem possibilidade de conferência por mais tempo. Todo esse processo já nasceu errado, pois tirou a publicidade de algo como a apuração e deixou o povo refém de tecnocratas que se acham no Olimpo e incapazes de serem questionados. Como acreditar em algo assim?

O plano B do PT está a todo o vapor. Lula não veio, mas inflou seu poste Haddad graças à complacência da mídia, institutos de pesquisas, TSE e STF. O circo vai sendo armado de maneira descarada, bem a nossa frente. Essa gente poderosa não quer largar o osso, e são capazes de “fazer o diabo” para ganhar uma eleição e se perpetuar no poder, jamais duvidemos disso.

A única forma de ainda se dar legitimidade e essa eleição e pacificar a sociedade é adotar ao menos no segundo turno, caso aconteça, a votação por meio de cédulas, como era feito no passado. Só queremos ter a certeza de que se "A" recebeu um voto, este seja computado para ele e não para "B", simples assim.

As Forças Armadas devem intervir no processo eleitoral tão logo termine o primeiro turno e assumir toda a logística da eleição em segundo turno, dirimindo quaisquer dúvidas que poderiam pairar quanto à lisura e o resultado final dessa eleição, que é a mais importante da nossa história.

Se PGR e STF não tivessem feito a besteira de barrar o voto impresso não estaríamos nessa situação tão delicada. Se o voto em cédula não for adotado, o risco de caos social no país, por conta da atual polarização irá crescer exponencialmente.

As Forças Armadas não podem se omitir desta vez. Assumam logo esse papel interventor nas eleições e preventivamente pacifiquem o país.




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