A Venezuela
era para ser o país mais rico da América Latina. Suas reservas petrolíferas são
imensas e seriam capazes de alavancar a economia de qualquer nação, bastando
que fossem administradas com o mínimo de responsabilidade. Mas para a tristeza
do povo venezuelano, um dos seus militares, o senhor Hugo Chávez, após enganar
quase todos com uma campanha política light, se elegeu presidente em
1998. Revelando-se um comunista de carteirinha, implantou sem demora o
socialismo do século XXI. Após sua morte em 2013, o pesadelo venezuelano em vez
de terminar, piorou ainda mais, porque o seu sucessor Nicolás Maduro se mostrou
ainda mais cruel e insensível. A fome, a miséria, a inflação, o desemprego, o tráfico, a prostituição, e a falta de medicamentos assolam toda a Venezuela. A situação é catastrófica e demanda o quanto antes uma intervenção internacional. ONU, OEA e países como Brasil e Argentina, pouco ou nada fazem. A população venezuelana desarmada e carente de liderança padece. Nesta hora terrível é preciso rezar por esses nossos irmãos, clamar a Deus Nosso Senhor e a nossa Mãe Maria Santíssima, sob o título de Nossa Senhora de Guadalupe, rainha e padroeira da América Latina para que socorram esse povo sofrido. Não sejamos indiferentes. É muito, muito triste o que nossos irmãos estão passando. É preciso que as lideranças das nações livres se deixem sensibilizar e ajam o quanto antes. Urge que algo seja feito. Não é possível que assistamos um povo ser oprimido por uma tirania, e não façamos nada.
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“EUA e Brasil estão irmanados na fé em Deus, contra a ideologia de gênero, o politicamente correto e as fakes news. Queremos uma América grande e um Brasil grande também”. (Presidente Jair Bolsonaro, Washington DC, 19/03/2019) Em janeiro deste ano no artigo http://blogdoperim.blogspot.com/2019/01/a-batalha-esta-so-comecando.html escrevi que a eleição do presidente Jair Bolsonaro foi um importante ponto de inflexão na trajetória político-cultural do Brasil, mas que isto era apenas o início. O processo de restauração da nação brasileira será longo e difícil. A vitória de Bolsonaro jogou o establishment nas cordas, mas este rapidamente se reorganizou para minimizar suas perdas. Na verdade, o poder formal de um presidente da república no Brasil, ainda que seja considerável, é pequeno em face do aparato descomunal de um sistema viciado por décadas de velha política, estruturado na falta de transparência, corrupção e autopreservação. É como se Bolsonaro fosse um vírus poderoso p...
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