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São duas vidas, seus bárbaros!

O caso do assassinato intrauterino do bebê de quase seis meses pelo abortista pernambucano que alguns insistem ainda em chamar de médico serviu para deixar nítido como baixa capacidade cognitiva e a insensibilidade inundaram a sociedade brasileira. Se antes as opiniões estúpidas ficavam escondidas envergonhadamente, agora com advento das redes sociais, elas pululam em nossas páginas. Já bloqueei alguns que despudoradamente defenderam o derramamento de sangue inocente, e o farei com qualquer outro que se atrever a fazer o mesmo. O homem possui uma alma imortal. Esta alma é criada por Deus no momento da sua concepção. Logo, desde o início, temos um ser humano, feito à imagem e semelhança de Deus, que irá crescer e se desenvolver até estar pronta para o nascimento. A altíssima dignidade deste ser humano lhe é dada por Deus, desde o primeiro momento de sua existência e não depende nem do seu tamanho e nem da sua idade, logo a supressão voluntária de um ser humano inocente sempre será u...

Do curral ao novo normal

15 de agosto de 2020, milhares de pessoas se “espremem” num parque aquático, ao som de uma animada música eletrônica, crianças, famílias inteiras. Local: Wuhan, China, epicentro inicial da epidemia de coronavírus. 01 de junho de 2020, centenas de pessoas se divertem sem qualquer preocupação nos bares, iates e praias curtindo as delícias do verão europeu, sem máscaras ou qualquer distanciamento social. Local: Genebra, Suíça, sede da OMS. Se é verdade que o mundo está vivendo um momento muito difícil, onde uma nova variação do vírus corona tem disseminado morte e dor, não podemos deixar de denunciar que por trás da doença há um enorme componente manipulador que tem levado uma opressão inédita pela sua extensão e capilaridade aos recantos mais afastados do planeta. Sendo assim, como entender as reações das populações locais de Wuhan e Genebra, que são significativas por serem berços de dois atores de peso envolvidos na questão do Coronavírus: China e OMS? Se ainda não se sabe da exi...

A origem antiética da vacina de Oxford contratada pelo governo Bolsonaro (ainda dá tempo de fazer a coisa certa)

A atual crise do Coronavírus está trazendo a lume um assunto delicado que sempre ficou escondido do grande público: o aproveitamento de células de fetos abortados voluntariamente nas décadas de 60, 70 e 80 para o desenvolvimento de vacinas. As linhas celulares mais comuns são a WI-38 retirada de um pulmão fetal de uma menininha com 3 meses de gestação, abortada pelos pais que consideravam que já tinham muitos filhos e a MRC-5 retiradas de um pulmão de um feto masculino abortado por uma mãe de 27 anos que alegou razões psiquiátricas para o aborto. No caso específico da vacina de Oxford a linha celular adotada, segundo o site " lifesitenews "  é a HEK293 preparadas a partir de células derivadas de rins de embrião humano, de um feto normal, saudável, com razões desconhecidas para o aborto. Segue abaixo comentário retirado do site Estudos Nacionais: “Tradicionalmente, as vacinas são fabricadas pelo crescimento de antígenos em células ou tecidos de animais, plantas ou fungos...

Um vírus ideologizado

A notícia que o presidente Jair Bolsonaro está com coronavírus serviu para revelar de um vez por todas aquilo que todo mundo sabia ou ao menos desconfiava: o covid é o primeiro vírus da história com torcida organizada. Foi um festival de sandices e coisas bizarras, desde a médica, vou repetir, médica que manifestou torcida pela doença em redes sociais até o jornalista da Folha de São Paulo torcendo publicamente pela morte de um presidente da república em um abjeto artigo. Tudo isso revela de maneira inequívoca como o combate a doença foi partidarizado e ideologizado no país. Ao contrário do que muitos sugerem, essa partidarização não partiu de Bolsonaro ou de seus apoiadores, mas sim de muitos dos seus adversários, que aparentemente tomados por um preconceito estúpido, elegeram a hidroxicloroquina, um remédio seguro, barato e conhecido, o bode expiatório da vez, e a chance de isso ter tido a ver com o fato do Capitão e o Trump terem sido seus principais divulgadores não pode de...

Coronavírus e as minhas considerações finais

Depois de mais de 100 dias de batalha, manifestando minhas impressões e opiniões pessoais a respeito da grave crise do coronavírus em dezenas de textos publicados no WhatsApp, Facebook e no meu blog pessoal ( https://blogdoperim.blogspot.com/?m=1 ), sinto que é hora de mudar a estratégia e me dedicar mais intensamente à oração e intercessão, abandonando ao menos por hora a arena do debate público e da manifestação da opinião.   Antes, porém, gostaria de deixar um pequeno resumo dos assuntos que abordei, além de algumas opiniões ainda inéditas: 1. Uma sociedade materialista e apóstata e um clero silencioso A atual reação diante da crise do corona, só pode ser realmente compreendida se levarmos em conta a atual situação de crise de Fé que permeia as sociedades outrora cristãs e católicas. A absolutização da vida terrena, em detrimento do sobrenatural e da preocupação com o destino eterno das almas estão na raiz das muitas ações exageradas e tirânicas tomadas pelo Estado e da reação p...

Manipulação covarde e prisão mental

Comecei a ler um desses boletins informativos de um município daqui do sul do Espírito Santo que começava mais ou menos assim: “o número de casos de covid vem aumentado muito em nosso município por causa da população que não tem respeitado o distanciamento social, etc e tal.” Há aqui uma grande falácia que talvez o cidadão confinado e aterrorizado há pelo menos 3 meses pela rede Globo e afins não consiga perceber tão facilmente. Um vírus possui a dinâmica de contaminar e só irá parar de fazê-lo quando o número de contaminados chegar entre 50 e 70 % da população local que os epidemiologistas chamam de imunidade de rebanho. Baseado nesse dado, é uma verdade matemática que os casos de contaminação são imparáveis pela natureza do próprio vírus e continuarão sempre a crescer independente de qualquer decreto draconiano que prefeitos e governadores venham aplicar. Vírus não respeitam decretos. Querer culpar o povo pela dinâmica natural de uma criatura microscópica é algo ilógico e desonesto, ...

Falsa prudência

Ouvi com muita atenção a recente entrevista do virologista e professor da USP, Paolo Zanotto à conhecida jornalista Leda Nagle. Está no Youtube ( https://www.youtube.com/watch?v=vqtypEV-x0s&t=874s ), e penso que devido ao conhecimento, coragem, clareza e franqueza do entrevistado, esta será uma das principais referências no futuro para compreendermos melhor o momento de obscuridade e confusão pelo qual estamos passando nessa pandemia. Entre tantas informações, Zanotto cita vários exemplos de sucesso da aplicação da hidroxicloroquina em associação com a azitromicina no combate na fase viral (precoce) do coronavírus. Citou os exemplos atuais de grande sucesso como o do médico e microbiologista francês Didier Raoult que desenvolveu um protocolo em Marselha que salvou centenas de vidas. ( https://brasilsemmedo.com/por-que-voce-nao-ouve-falar-de-didier-raoult/ ). Tem ainda os exemplos promissores do doutor Vladimir Zelenko de Nova York que defende ainda a inclusão do zinco em seu prot...