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Lavando a alma católica

Falta muito pouquinho para acabar o estranhíssimo Sínodo da Amazônia e a tentativa infeliz de paganizar a Igreja que o acompanhou. Quando vimos no dia 04 de outubro aquela cena bizarra onde o Papa, meio sem graça, presenciou uma cerimônia pagã num dos jardins do Vaticano, já era possível imaginar que esse mês de outubro demoraria muito para passar. Tivemos até procissão com o ídolo pagão adentrando em templos católicos. E chegaram mesmo a separar uma paróquia em Roma para se instalar confortavelmente a “abominação da desolação” (cf. Mt 24, 15.)* sem que se chamasse tanto a atenção para isso. Talvez os organizadores não tenham pesado o suficiente o fato de que estamos na era da internet, e da informação instantânea e capilar. Esse horror numa igreja romana chegou rapidamente aos ouvidos dos católicos mais longínquos. Esse ultraje horrendo foi se prolongando por dias a fio, até que dois homens corajosos decidiram lutar pelos direitos de Deus e lavar a alma de milhões de católicos que nã...

A Igreja é de Cristo.

Algo de profundo e muito sério está acontecendo na Igreja e até os que estão de fora já conseguem percebê-lo. A cisão é profunda, infelizmente, e fica cada vez mais difícil escondê-la ou disfarçá-la. O chamado progressismo está há décadas a influenciar os seminários, com suas teses antropocêntricas e heresias modernistas. Infiltrou-se profundamente na Igreja, chegando a atrair até mesmo bispos e cardeais. Em contrapartida houve uma vigorosa reação de muitíssimos católicos (principalmente leigos) espalhados pelo mundo, que inspirados pelo Espírito Santo, têm conservado a Fé, e resistido a essas “novidades” todas que possuem um claro contraste com o ensinamento bimilenar da Igreja sobre mais variados temas. É o sensus fidei em ação! Fato é que a verdadeira resistência aos graves desvios do nosso tempo deve ser exercida na união dos nossos sofrimentos com os de Cristo, na penitência e na oração.  Também podemos, e em alguns casos, devemos nos manifestar, mas sempre de maneira re...

O paganismo se insinua no coração da Igreja

Estou muito triste com os últimos acontecimentos ocorridos no Vaticano. Não estava muito otimista com o sínodo que se iniciou no último dia 06/10, mas o seu começo foi muito pior do que eu poderia imaginar. Culto pagão na presença do Papa (04/10) e profanação da Catedral de São Pedro! Isso tudo em apenas dois dias! Tem ainda o péssimo documento de trabalho, o escandaloso   Instrumentum   Laboris. Há quem possa estar pensando: “não seja pessimista”, mas como não o ser diante desse início tenebroso? O paganismo se insinua nesse sínodo, através de um ambientalismo radical e da veneração à “Mãe-Terra”. Ora, esse culto não se coaduna com o culto cristão ao único Deus transcendente e verdadeiro, que é Pai, Filho e Espírito Santo, no qual o Filho, Segunda Pessoa da Trindade assumiu nossa natureza humana em Jesus Cristo e a redimiu. Flertar com crendices há muito tempo vencidas pela Fé cristã, além de ser uma grave ofensa a Deus é um desrespeito tremendo aos missionários e mártires ...

A Igreja Católica não é uma ONG ambientalista

Três de outubro de dois mil e dezenove, sala de imprensa da Santa Sé. O Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário Geral do Sínodo da Amazônia e o Cardeal Claudio Hummes, Relator Geral do Sínodo respondem as diversas perguntas dos jornalistas presentes. Entre elas, críticas pesadas aos  Instrumentum   Laboris,  documento preparatório do sínodo que foi  detonado  por importantes cardeais, acusado inclusive de conter inúmeras heresias e pior ainda, de conduzir à apostasia. Resposta dos cardeais: O documento não é um documento pontifício e foi elaborado ouvindo-se oitenta mil pessoas da região. (!?) Dá para acreditar que esse foi o argumento usado pelos dois cardeais para refutar a gravíssima acusação de heresia num documento que ainda que não fosse magisterial, foi produzido pelos organizadores de um sínodo da Igreja Católica? Será que os eminentes cardeais perderam totalmente a noção do que seja heresia e o quanto isso compromete a missão específica da Igreja ...

Não devemos tapar o sol com a peneira.

Estamos nas vésperas do sínodo da Amazônia que se iniciará em Roma no próximo dia 06, e cada  dia que passa percebe-se uma agitação cada vez maior na Internet e redes sociais por conta dessa proximidade. Também nota-se uma articulação para associar o sínodo a imagem do Papa Francisco, de tal maneira que se alguém se posicionar criticamente sobre a real necessidade do sínodo ou mesmo denunciar o seu herético Instrumentum Laboris passaria a ser visto como um inimigo do Papa. Nada mais falso do que isso. Existindo real perigo para  Fé, as críticas justas e honestas, públicas que sejam, a esse herético documento não são atos de desrespeito ao Papa mas antes atos de caridade para com ele e todo o povo católico. Calar nessa grave hora não é a melhor opção. Muitos acreditam, erroneamente, que a bajulação é a melhor forma de se auxiliar o Papa atualmente. Providencialmente esse sínodo ocorre num tempo que a informação é muito acessível, devido sobretudo a Internet. Document...

A batalha do Sínodo se aproxima e não podemos ficar de fora.

No próximo dia 06 de outubro terá início o Sínodo Pan-Amazônico em Roma, mais conhecido como Sínodo da Amazônia, que irá discutir propostas para uma "Ecologia Integral" (?!), e também irá propor novos caminhos para a Igreja, frase esta que devido ao contexto no qual estamos inseridos me soa ainda mais assustadora.  O sínodo é uma reunião de Bispos que atua como uma assembleia consultiva que fornece subsídios para o Santo Padre embasar suas reflexões podendo gerar ou não um documento papal aos seu final sobre um determinado assunto que diz respeito a missão específica da Igreja.  A preparação do sínodo prevê a elaboração de um documento chamado  Instrumentum Laboris,  que é um ponto de partida para as discussões que ocorrerão na assembleia sinodal. No caso do Sínodo da Amazônia ele ficou sob a responsabilidade do Cardeal brasileiro Dom Claudio Hummes e tem sido objeto de severas críticas por parte de católicos influentes como por exemplo os cardeais Walter Br...

A Amazônia é nossa!

Após anos de intensa “lavagem cerebral” na mídia e escolas, infelizmente, aquilo que era para ser uma legítima preocupação com a criação, o chamado meio-ambiente, se transformou numa verdadeira neurose contemporânea. A publicação  fake  do presidente francês, Emmanuel Macron, sobre a Amazônia, levou a histeria ambiental a um novo patamar. Depois da “Verdade inconveniente” de Al Gore com seus vaticínios furados, agora, o presidente de uma das mais ricas democracias do planeta se porta como um estudante ginasial ao dizer que a Amazônia é o “pulmão do mundo” e que ela é a “nossa” casa. O Presidente Bolsonaro reagiu à altura denunciando a mentira do colega francês que publicou uma foto de queimada de quase 20 anos atrás. Pela primeira vez em muito tempo temos um presidente patriota, não entreguista, que não se curva diante de potências estrangeiras. Prova disso é que já começou a cortar as mamatas de ONGs que atuam como ponta de lança dos interesses internacionais em nossas flores...